Pólis, eticidade e intersubjetividade

Fundamentos da crítica hegeliana do contratualismo moderno

Autores/as

  • Tomás Jobin Coutinho Lopes Autor

DOI:

https://doi.org/10.36592/opiniaofilosofica.v8i1.745

Resumen

O presente artigo tem como objetivo demonstrar como o conceito grego de pólis, mormente na descrição operada por Aristóteles em seu tratado sobre política, foi utilizado pelo jovem Hegel em sua crítica ao contratualismo moderno. Pretende-se elucidar em que aspecto a noção de pólis pôde ser explorada pelo autor em sua concepção sobre eticidade, destacando a intersubjetividade como característica central da teoria política de Hegel em seus escritos de Jena.

Publicado

2017-08-14

Cómo citar

LOPES, Tomás Jobin Coutinho. Pólis, eticidade e intersubjetividade: Fundamentos da crítica hegeliana do contratualismo moderno. Revista Opinião Filosófica, Porto Alegre, v. 8, n. 1, p. 392–403, 2017. DOI: 10.36592/opiniaofilosofica.v8i1.745. Disponível em: https://opiniaofilosofica.org/index.php/opiniaofilosofica/article/view/745.. Acesso em: 24 oct. 2026.